Saturday, July 24, 2010
Friday, July 23, 2010
Thursday, July 15, 2010
Thursday, July 08, 2010
Hoje sou um nada... Hoje sou um nada, mas ontem era um vazio. Ontem era todo um ser em torno de um vazio que se agarrava perdidamente às memórias de uma vida não vivida, mas muito sonhada. Mas era um daqueles vazios que doiem. Um daqueles vazios tão grandes que esticam a pele de tal forma que não conseguia sequer respirar.
Porém o desespero esticou-me todo e...rebentei. Não quero ajuda. Não quero que ninguém me toque... tenho medo que me arranjem cedo demais. Quero esvaziar tudo. Quero voltar a ser uma pessoa sem essa dor... sem esse vazio. Quero fazer-me de inteirismos e voltar rapidamente a sonhar. Não quero ninguém... Quero gastar-me por completo. De pensamentos e de recordações. Trabalho. Trabalho e sinto a doce bebedeira do cansaço e aí sei que consigo dormir. Dormir só. Sei que acordo em poucas horas porque o vazio exterior se faz sentir na pele. Mas não faz mal. Amanhã...há de ser outro dia.
Não quero ninguém nem socorro para esta minha rebentação. Não se importem com os meus excedentes sanguíneos e lacrimais... e os sons? São gritos do avesso soltos por esse espaço rebentado. Mas não se aproximem... Não faz mal... Eu vou levantar-me. Sem sermões...sem apoios... cada vez que chamam o meu nome... eu sei o que tenho de fazer... mas não me toquem... deixem-me esvaziar por completo... quero reconstruir-me de outras matérias... Não quero ter mais recaídas em promessas apenas faladas...
Ontem era vazio. Hoje nada. Amanhã voltarei a ser original. Sem mais ideias de junções... não voltarei nunca a ser metade. Serei por inteiro. Só assim viverei: POR INTEIRO!!!
Porém o desespero esticou-me todo e...rebentei. Não quero ajuda. Não quero que ninguém me toque... tenho medo que me arranjem cedo demais. Quero esvaziar tudo. Quero voltar a ser uma pessoa sem essa dor... sem esse vazio. Quero fazer-me de inteirismos e voltar rapidamente a sonhar. Não quero ninguém... Quero gastar-me por completo. De pensamentos e de recordações. Trabalho. Trabalho e sinto a doce bebedeira do cansaço e aí sei que consigo dormir. Dormir só. Sei que acordo em poucas horas porque o vazio exterior se faz sentir na pele. Mas não faz mal. Amanhã...há de ser outro dia.
Não quero ninguém nem socorro para esta minha rebentação. Não se importem com os meus excedentes sanguíneos e lacrimais... e os sons? São gritos do avesso soltos por esse espaço rebentado. Mas não se aproximem... Não faz mal... Eu vou levantar-me. Sem sermões...sem apoios... cada vez que chamam o meu nome... eu sei o que tenho de fazer... mas não me toquem... deixem-me esvaziar por completo... quero reconstruir-me de outras matérias... Não quero ter mais recaídas em promessas apenas faladas...
Ontem era vazio. Hoje nada. Amanhã voltarei a ser original. Sem mais ideias de junções... não voltarei nunca a ser metade. Serei por inteiro. Só assim viverei: POR INTEIRO!!!
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